QUEM MUITO ABAIXA ACABA MOSTRANDO OS FUNDOS

20 mar 2018

Por Mino Pedrosa

A REAG Administradora de Recursos ltda, enviou nota oficial na tentativa de desmentir matéria publicada no site Quidnovi.com.br. No entanto, o prefeito de Palmas-TO, Carlos Amashta declarou em entrevista coletiva à imprensa que: “comprou NSG mas levou REAG”.

As investigações apontam que a Reag têm vários elos que a ligam a ICLA TRUST/ NSG. O presidente do Cais Mauá, Ademir Schneider também é dono da empresa Finance Moinhos, que presta serviços tanto para a ICLA/NSG quanto para a REAG. Ao contrário do que afirma a REAG o sr. Maxcilane Machado Fleury, presidente exonerado da Previpalmas, esteve diversas vezes com o sr. Ademir Schneider para discutir o investimento em Cais Mauá. Inclusive em Porto Alegre.

Como meias verdades sempre acabam em grandes mentiras, a REAG deveria explicar se foi informado a Previpalmas que o executivo principal do projeto onde o Instituto enterrou mais de 30 milhões de reais era também distribuidor de fundos da REAG e ICLA/NSG.  A REAG também teria se beneficiado de investimentos de mais de 20 milhões de reais da Previpalmas remetidos a ela indiretamente através de uma aplicação em outro fundo pela Previpalmas: o Fundo Multimercado Tercon.

Nos dois casos se investiga como a Previpalmas pode ter, entre tantas coisas erradas, colocado mais de 50 milhões de reais em ativos de altíssimo risco, hoje nas mãos da REAG. A REAG em nota não aborda as questões que deveriam ser mais importantes: a liquidez e segurança dos recursos da Previplamas.

Perguntas que não querem calar: O que foi aplicado em excesso será devolvido imediatamente? O dinheiro que entrou na conta do Cais Mauá foi gasto em que? Onde foram parar os 30 milhões?

Com tantos ingredientes explosivos investigados no Previpalmas, o Ministério Público Federal, a Polícia Federal e a Comissão de Valores Mobiliários incorporaram uma sucuri, que aos poucos vão asfixiando e quebrando todos os argumentos do prefeito de Palmas-TO, Carlos Amashta, que tenta se esquivar do esquema de corrupção no fundo dos trabalhadores.

Lei a íntegra da nota divulgada pela REAG Administradora de Recursos ltda.

A quem possa interessar,
Preliminarmente, cabe o esclarecimento inicial de que o Fundo de Investimento em
Participações Cais Mais (FIP Cais Mauá) foi administrado pela ICLA Trust Serviços
Financeiros S.A., inscrita no CNPJ 10.274.584/0001-47 (“Antiga Administradora”), até o
dia 26 de fevereiro de 2018 (“Data de Transferência”).
Nos termos de Assembleia Geral de Cotistas realizada em 26 de dezembro de 2017, o
Fundo passou a ser administrado pela Reag Administradora de Recursos (Nova
Administradora) apenas a partir da Data de Transferência, ou seja, 26 de fevereiro de
2018.
É importante ressaltar, portanto, que a Nova Administradora assumiu sua posição no
âmbito do Fundo há menos de 2 (duas) semanas e ainda estão em curso todas as
diligências e verificações jurídicas e regulatórias necessárias, em linha com as melhores
práticas de mercado e de administração de recursos de terceiros.
Feitas essas ponderações iniciais, em resposta objetiva as ilações equivocadas de
determinado “blog” temos que (i) o Sr. Maxcilane Machado Fleury jamais esteve com
qualquer representante da REAG em Porto Alegre é tão pouco a REAG custeou
qualquer tipo de valor ao Sr. Maxcilane (ii) A REAG não possui funcionários,
colaboradores ou sócios que tenham ou tiveram qualquer vínculo com a empresa ICLA
TRUST ou qualquer outra de seu grupo econômico.
Atenciosamente,
REAG ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA

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