Mino Pedrosa

Paulo Octávio: A merenda do MPDFT

14 set 2017

As eleições rumo ao Buriti, se aproxima e batalha sorrateira passa pelo Ministério Público do DF, faminto em Paulo Octávio.O ex-governador Paulo Octávio ficou diante do homem da capa preta, juiz Wagno Antônio de Souza, em depoimento nesta quarta-feira (13/9), ações que tramitam na 2ª Vara Criminal de Taguatinga. Os processos apuram a existência de fraudes na emissão de alvarás de funcionamento e habite-se a empreendimentos de Paulo Octávio.

Três processos. Neles, o ex-vice-governador de Brasília e mega empresário, Paulo Octávio, responde por organização criminosa e falsidade ideológica. Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), três investigados; Carlos Alberto Jales ex-administrador de Taguatinga, Carlos Sidney, ex-administrador de Águas Claras e Paulo Octávio, operava um esquema criminoso planejado, organizado e permanente para fraudar alvarás.

O trio ainda respondem a outras três ações criminais por conta do suposto esquema, pelos crimes de corrupção ativa e passiva e falsidade ideológica. O objetivo, segundo as investigações, era atender ao interesse de determinadas construtoras, em especial do grupo empresarial Paulo Octávio Empreendimentos Imobiliários.

Dentre os projetos arquitetônicos que, segundo o MPDFT, foram aprovados ilegalmente, estão o do empreendimento JK Shopping & Tower, em Taguatinga, do grupo Paulo Octávio.

O mega empresário fez fortunas usando fundo de pensão da Caixa Econômica Federal.  Os arranha-céu espalhados por Brasília, estão na mira do Ministério Público do DF. Paulo Octávio pensa em disputar um mandato em 2018, buscando a imunidade parlamentar, mas outro processo que tramita na Justiça, chamado de Caixa de Pandora, deixa o ex-vice-governador inelegível. P.O, como é conhecido em Brasília, sofre de insônia, o motivo é a sirene da polícia que já tocou em sua residência.

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